segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pensando na Indústria Cultural

Pensando um pouco sobre a Indústria Cultural e todas as suas implicações como o anulamento do indivíduo em face dos poderes econômicos, a reprodução da arte em escala indústrial e etc. Tudo isso me faz lembrar bastante da tirinha do personagem Piteco da Turma da Mônica que fala do Mito da Caverna (para o filósofo Platão, todos nós estamos condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras) que descreve a situação geral em que se encontra a humanidade.

Para visualizar melhor a história clica aqui: http://www.monica.com.br/comics/piteco/pag1.htm


A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica

Quando foi trabalhado o tópico sobre Exposição perante a Massa, pensei imediatamente em comentar sobre o Barack Obama. Ora, não existe campanha política que tenha se saído tão bem através das novas mídias como a do atual presidente dos EUA. Ele é um grande exemplo para a reprodutibilidade técnica na política, e soube manter seu prestígio de popularidade. Além disso, Barack Obama procura manter uma certa proximidade com as pessoas seguindo quem o segue no Twitter. Sua imagem foi bem utilizada na campanha, é tanto que através de alguns trabalhos de artistas, Obama tornou-se também um ícone: Quem não se recorda do cartaz vencedor do Brit Insurance Design Award 2009, que foi criado por Shepard Fairey!?

Não foi só Obama que utilizou das novas ferramentas da mídia. Aqui no Brasil, nas últimas eleições, a internet também foi um recurso utilizado para pedir votos e arrecadar recursos, embora não tenha surtido o efeito esperado.

VISÃO, SOM E FÚRIA


POR THÁYSMYLLY KAREN

O que caracteriza a indústria cultural são a padronização e serialização dos produtos. Fazendo-se uma comparação entre o telefone e o rádio, o telefone nos possibilitou destacarmos como sujeito. Já o rádio nos dava a sensação de democratização, pois, nos igualava todos à ouvintes. Quando vemos aquela platéiaanimada nos programas televisionados, não imaginamos que o público é dirigido e treinaado por ótimos caçadores de talentos. Entretanto, os talentos já existiam na indústria cultural antes mesmo que nos fossem apresentados.



As diferenaças atribuídas aos filmes que os classificcam em categorias a ou b, as mesmas reportagenspublicadas em diferentes revistas, com diferentes preços. Tem menos importãncia seus conteúdos, que sua classificação.
   

VISÃO, SOM E FÚRIA

 POR THÁYSMYLLY KAREN

A colonização Americana se deu através do livro impresso. Fato que ainda hoje eles associam a cultura aos livros. Ao contrário da cultura européia que foi através das artes, literatura e música. Entretanto, o que importava não era a mensagem em si, mas como ela era transmitida. McLuhan fala que durante a idade média, as crianças eram obrigadas a fazer seus textos através do ditado, pois a escrita impressa ainda não existia e após o surgimento desta, o livro tornou-se uma forma de produzir capitalismo. Mas o surgimento da tipografia afetou os hábitos das crianças, pois estas produziam seus próprios textos e gramáticas através dos ditados em voz alta. Isso possibilitava um melhor raciocíniio crítico. Houve um grande desenvolvimento da leitura silenciosa e do movimento rápido dos olhos. O livro tornou-se acessível e foi barateado, modificou o cenário da aprendizagem abandonando o método tradicional. O impresso trouxe consequências maléficas, pois, ocasionouo surgimento de estudantes mais solitários, pois cada um obtinha uma interpretação diferente e privada em detrimento dos debates em público.