A importância da Teoria Funcionalista é explicitar as funções desenvolvidas pelo sistema das comunicações de massa. Ela não trabalha como evento em cada indivíduo. A Teoria sociológica da estrutural-funcionalismo trata da comunicação como uma ferramenta social, abordando de uma forma amis abrangente. O ser humano seria movido por uma soma de estímulos de valores culturais interiorizados, funcionando como um guia do seu comportamento. Mas há quatro problemas fundamentais, chamados de imperativos funcionais, que são:
- a adaptação ao ambiente
- a integração
- a tentativa de atingir o objeto
- a conservação do modelo e controle de tensões
Podemos definir a comunicação de massa como um produto de informação e entretenimento produzido e padronizado com destino aos grandes públicos. Mas com a Teoria dos usos e gratificações, é necessário uma revisão sobre essa padronização e os usos e necessidades gratificações dos indivíduos.
A Teoria Funcionalista começa com o abandono da idéia de um efeito intencional, da influência, para atenção nas consequências objetivamente verificáveis da ação da mídia sobre a sociedade.
A Teoria sociológica do estrutural-funcionalismo define a problemática da mídia a partir do ponto de vista da sociedade e seu equilíbrio. Os sistemas sociais não dependem de um único mecanismo para a solução de uma dos quatro imperativos funcionais.
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