quarta-feira, 27 de abril de 2011

Disfunções


Procurando alguma matéria sobre disfunção encontrei uma que me chamou bastante atenção e resolvi dividir com vocês.


Disfunção do jornalismo está nos jornais

"Folha de Londrina" erra, e não assume o erro, na tradução e na escolha de fotos para notícia internacional

Equipe Matéria Prima
No dia 24 de fevereiro, o jornal "Folha de Londrina" cometeu alguns erros grosseiros na edição da notícia "Onda de violência no Iraque deixa ao menos 130 mortos", enviada ao jornal por agência internacional de notícias. O texto refere-se ao massacre ocorrido no primeiro grande conflito após a explosão da Mesquita Dourada, em Samarra. No conflito morreram também trêsprofissionais de imprensa. A notícia veio acompanhada de três fotos com o rosto da mesma jornalista (uma das vítimas) em situações diferentes, fato para o qual o editor de "Mundo" da Folha não deu a devida atenção, pois publicou as fotos como se fossem de três pessoas diferentes. A legenda publicada pelo jornal, "Três jornalistas iraquianas foram seqüestradas e mortas em Samarra, ao norte de Bagdá",não condiz com a informação do texto. Os jornalistas mortos, de acordo com o material publicado, eram uma repórter e dois cinegrafistas. Como se vê, a informação do texto foi completamente ignorada pelo editor.

O erro cometido pelo editor da "Folha" pode estar ligado à tradução da notícia e à interpretação (ou à falta dela) das fotos enviadas pela agência. O editor pode ter confiado apenas na má tradução que fez da legenda sem ter lido o texto até o final, além de, seguramente, não ter percebido que tratava-se da mesma jornalista nas três fotos. Erros como esses geram a desinformação do leitor e caracterizam uma disfunção do jornalismo, mas são passíveis de ocorrer em qualquer publicação. Afinal, continua valendo a máxima de que "errar é humano". O que se quer discutir aqui é o que deve ser feito a partir da constatação do erro.

Que a "Folha de Londrina" errou na edição da notícia, isso é fato. E a postura correta e ética de um meio de comunicação diante de um erro é publicar uma errata o mais rápido possível, indicando, explicando e corrigindo a falha cometida. No caso de um jornal diário, como a "Folha", essa errata deve ser publicada na edição do dia seguinte. Àqueles que possuem ainda as edições on line, a correção deve ser imediata. Isso é primário no jornalismo, mas se alguém ainda duvida dessa necessidade aí vai a definição do Manual da Redação Folha de S. Paulo: "A retificação deve ser publicada assim que a falha for constatada, mesmo que não haja pedido externo à Redação. (...) o jornalista que utilizou informação incorreta deve apresentar comprovação escrita da origem da incorreção. Esse procedimento não isenta o profissional da responsabilidade por aquilo que publica. (...) Cabe ao jornalista checar, antes de publicar, as informações que veicula."

Infelizmente, essa postura não foi adotada pelo jornal "Folha de Londrina" no episódio em questão, pois não publicou " nem na edição impressa, nem tampouco na edição eletrônica - correção (errata) sobre o erro que cometeu.

Os erros no jornalismo são muito comuns. A pressa das redações em checar a informação, fechar a edição e publicar o material acaba levando a falhas como as citadas acima. Mas quando o erro é constatado, deve ser corrigido e a versão correta publicada , para que o leitor tenha consciência de que está lendo um jornal sério e para que o jornal mantenha a credibilidade perante o leitor, o maior prejudicado com informações equivocadas.
Autor: Equipe Matéria Prima

Imagem/Fotos originalmente publicadas no jornal "Folha de Londrina", edição de 24/02/2006

créditos: http://www.jornalmateriaprima.jex.com.br/critica/disfuncao+do+jornalismo+esta+nos+jornais

Teoria Funcionalista

Voltando ao assunto da semana passada, sobre Teoria Funcionalista, vou falar um pouquinho do que se trata.

A Teoria Funcionalista, explica as funções que são desenvolvidas pelo sistema das comunicações de massa, foi tudo que culminou o processo de comunicação sociológica, para a sociedade funcionar, abandonou a idéia de um efeito intencional de um objeto subjetivamente perseguido no ato da comunicação, se deu logo após a Segunda Guerra.
Essa teoria foi feita para que a sociedade funcione.
Foi caracterizada:
Paradigma matemático-informacional:
teoria da informação -- cibernética -- crítica da "Escola invisível"

domingo, 24 de abril de 2011

Ainda sobre a Teoria da Informação

A apresentação da equipe Comunica For falou sobre a Teoria da Informação, que nada mais é que um estudo sobre o conteúdo da mensagem através de fórmulas matemáticas, métodos e dados estatísticos. É como se a informação se transformasse em unidade possível de calculo. Logo surge Shannon com um esquema geral de comunicação que complementa essa teoria: o modelo linear de Shannon.









Ele propõe que o problema maior da comunicação está em reproduzir em um ponto dado de maneira exata e aproximada, uma mensagem selecionada em outro ponto. Ele se refere à presença das pertubações aleatórias (ruído) que estão presentes em uma mensagem. Um exemplo que pode representar como ocorre o problema é a brincadeira do telefon
e sem fio.


















  • Esse sistema de Shannon não só influenciou as comunicações, como a própria biologia, pois o desenvolvimento dessa noção informacional auxiliou na descoberta do DNA, através da teoria matemática da comunicação, oferecendo um quadro conceitual para dar suporte a especificidade biológica.
  • Foi falado também sobre a Entropia que é uma tendência da natureza de desorganizar e provocar uma degradação biológica e social, seria uma barreira que impediria a informação de circular, no entanto ela deve funcionar sem obstáculos para que ocorra a troca.
E por fim a "escola de Palo Alto" ou "colégio invisível" surgiu como uma oposição à teoria matemática da comunicação de Shannon proposta por outros estudiosos que defendiam um modelo próprio teórico para estudar a comunicação através das ciências humanas. Eles falavam que era inviável a possibilidade de reduzir de maneira linear as interações humanas e através do interacionismo simbólico eles passaram a se interessar pela gestualidade (cinética) e pelo espaço interpessoal (proxêmico) para descrever o funcionamento de diferentes modos de comportamento num dado contexto. A comunicação é vista nesse momento como processo social, levando em consideração a fala, o gesto, o olhar e o espaço interindividual.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

E chega a vez do O que rola na rua...

            Voltando, um pouco, na ordem dos textos da apostila, o de cujo conteúdo a ser apresentado hoje foi A teoria funcionalista das comunicações de massa, interpretado pela equipe citada no título.
            Bom, a maior importância dessa teoria está voltada a explicitar as FUNÇÕES desenvolvidas pelo sistema das comunicações de massa na sociedade. Desse modo, o foco de pesquisa não é mais os efeitos no sistema social.
            Completa-se o percurso: manipulação-persuasão-influência-funções.
            A posição da Teoria Funcionalista consiste em definir a problemática da mídia a partir do ponto de vista da sociedade e do seu equilíbrio, da possibilidade do funcionamento total do sistema social e da contribuição de seus componentes(dando-se destaque para os meios de comunicação de massa).
            Os 4 imperativos funcionais de todo sistema social:

  • Conservação do modelo e controle das tensões;
  • Adaptação ao ambiente;
  • Tentativa de atingir o objetivo;
  • Integração.
            Vale assinalar que as funções/disfunções(aquelas antigas funções que agora são obstáculos à satisfação das necessidades) podem ser: diretas/indiretas; manifestas/latentes; e que, dentro da Hipótese dos Usos e das Gratificações, a audiência é concebida como ativa, escolhendo os meios comunicacionais a partir das gratificações sentidas em meio a várias outras fontes de satisfação das mesmas.

                                  That's all, folks! #)~~~~~~ 

Comunicafor X Dia-a-dia

POR THÁYSMYLLY KAREN





Há diferentes formas de nos comunicar-mos de acordo com as funções da linguagem. Vejamos a seguir a estrutura das funções, seus respectivos significados e alguns exemplos citados nos conceitos.

Logo, podemos concluir que, como consequência da teoria da persuasão, podemos direcionar o público alvo, o que será transmitido e por meio de qual canal.

Função emotiva: Exprime sentimento ou atitude do emissor referente ao que está sendo comunicado. Utiliza-se o emprego da 1° pessoa do singular e dos possessivos "meu" "minha", entretanto, pode ser usado a 3° pessoa do singular/plural, quando o emissor exprime uma opinião/crítica.


Função apelativa: Caracteriza-se pelo o "outro", pelo "tu" para quem o texto é direcionado. Utiliza-se o vocativo e imperativo persuadindo o receptor, é comum em anúncios publicitários e campanhas políticas.


Função referencial: abordagem objetiva e impessoal, eliminando asssim, o emissor e o receptor. Valoriza-se a informação sem técnicas de persuasão, opinião. ex: texto jornalístico.

Novos documentos do WikiLeaks apontam que governo dos EUA vinha financiando oposição síria
"As mensagens diplomáticas sigilosas dos EUA assinalam que o Departamento de Estado canalizou até US$ 6 milhões a este grupo desde 2006", afirmou o jornal The Washington Post

.


Função fática: O objetivo principal é manter a comunicação, como nos breves diálogos do dia-a-dia que mantemos no elevador, fila do banco, entre outros.


Função metalinguística: Código, palavra que explica a palavra. Uma pessoa falando do ato de falar, outra escrevendo sobre o ato de escrever, palavras que explicam o significado de outra palavra.
 Ex: Dicionário, a música que se refere à expressão musical, a fotografia que explica o significado das fotos.

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Função poética: Preocupa-se com a forma estética das frases, é conotativa e metafórica,possibilita mais de um interpretação. É predominante na poesia, mas não se restringe somente a ela. Encontra-se em anúncios publicitários, letras musicais e crônicas.
Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Verruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem

Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem

Não livra ninguém
Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina
Ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem

Confessando bem
Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem

O padre também
Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem

Procurando bem
Todo mundo tem...

http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/ciranda-da-bailarina.html#ixzz1JtwQZ0Sn


Por: Tháysmylly Karen

domingo, 17 de abril de 2011

ComunicaFor.

A apresentação da segunda-feira passada, falou sobre a Teoria da Informação. A equipe colocou a questão da Teoria da Informação, segundo Shannon.

A teoria da informação é a teoria dos sistemas que utilizam o conceito da “função” como papel do objeto sobre as partes para a manutenção dos sistemas. Quebra o pensamento de que só a sociologia é responsável pela comunicação, com a teoria da matemática, a ciência pode sim “cuidar” da comunicação.

Ele monta um esquema linear fundamental, mostrando como a comunicação se tem:

A equipe também falou da entropia, que é a desordem social e da homeostase, que é o equilíbrio o controle.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Equipe ComunicaFor

            Galera, a equipe de ontem falou sobre a Teoria da Informação. Pois então, vale fazer um apanhado do exposto, não é?
            A partir da Teoria Matemática da Comunicação, a noção de "informação" ganha o significado do calculado. Paralelamente, há o livre intercâmbio interdisciplinar de conceitos. 
            Foi o matemático e o engenheiro elétrico Claude Elwood Shannon, graças às suas experiências na criptografia dos laboratórios Bell(filial da empresa de telecomunicações AT&T), que propôs o sistema geral de comunicação. O obstáculo da comunicação seria o de reproduzir, em um determinado ponto, exatamente, uma mensagem selecionada em um outro ponto.
            ESQUEMA LINEAR FUNDAMENTAL: fonte produz mensagem para o codificador, que a transforma em sinais, a qual passa por um canal até o decodificador. Esse segue o caminho inverso do codificador, até se atingir a destinação(pessoa visada como alvo).
            Só ressaltando que essa teoria foi fortemente influenciada pelos avanços na biologia molecular-dando especial destaque aos estudos do DNA- e por conceitos da Cibernética como "entropia" e "homeostase". Introduziram-se os termos de informação e de código, passou-se a refletir sobre o equilíbrio da sociedade como função do controle dos meios de comunicação de massa, postulou-se: a soma de informação em um sistema é a medida de seu grau de organização; a entropia é a medida de seu grau de desorganização; um é o negativo do outro; a entropia é o estado de desorganização da informação em meio aos vários elementos da mensagem.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Moda e a Teoria Hipodérmica

            Há tempos que eu tento ver na moda as Teorias que a gente tanto aprende em sala de aula; teclo isso porque é um assunto de que gosto muito e que me proporciona grande prazer em o tratar. A maioria das pessoas que me conhecem, inclusive, acham até estranho esse meu interesse, pois todos sabem que, definitivamente, jornalismo de moda não é o que quero seguir.
            Mas falemos de comunicação...
            Demorou para eu conseguir uma inter-relação entre os dois temas citados acima até que encontrei um artigo na Internet que citava moda em meio a uma abordagem da TV, e isso me deu uma luz.
            Para a Teoria Hipodérmica, as pessoas absorvem tudo aquilo transmitido pela mídia como verdade absoluta. Se considerarmos nosso Brasil, informado, majoritariamente, pela televisão, e de maioria desinstruída, essa abordagem não é de todo ultrapassada, não é?
            Dentro da TV, não só brasileira, mas de um modo geral, a moda espreita um público alvo um pouco menos "cego" que na época de Lasswell. Está  nos reality shows, nos programas de auditório, na publicidade, nas novelas, etc e dita o ser, o agir e o sentir da sociedade. Discriminam assim as manifestações individuais de estilo, as diferentes formas corporais. Não é brincadeira a quantidade de meninas, por exemplo, que sonham em ser modelos, que sofrem, eternamente, de anorexia e afins e pelos artigos cada vez mais elaborados e disputados do mundo dos desfiles, não acham?
            Galera, olhem só esses dois vídeos e tirem suas próprias conclusões. XD




Ah, lá vai o link do artigo:
http://www.itacuruca.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=520:a-tv-na-formacao-de-jovens-e-criancas&catid=72:pais-de-adolescentes&Itemid=134

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Abordagem da Persuasão

POR THÁYSMYLLY KAREN

    A teoria hipodérmica foi substituída pela abordagem da persuasão, a qual, a mensagem é direcionada para difererntes grupos de pessoas. A ideia de que a sociedade era homogeinezada foi abandonada, agora, através de estudos psicológicos foi possível detectar que a forma como a mensagem é transmitida e direcionada para diferentes grupos, ela provoca diferentes reações.

   A persuasão tornou-se possível. É necessáric que a mensagem seja adequada as características pessoais do destinatário. Para isso, é realizado um estudo do marketing. Para que possamos vender um produto, precisamos saber para qual público queremos vendê-lo ou para qual grupo irá interessá-lo. Contudo, será realizado um estudo sobre as preferências e características que tenha nesse produto que os satisfaça e os induza a obtê-lo.
  
   O sucesso de uma camapanha publicitária ou eleitoral, depende do interesse que o público mantiver sobre o assunto abordado. Quanto mais uma pessoa desconhece um assunto, seja por inacessibilidade, ou desinteresse, mais ela tenderá a distanciar-se.


Por: Tháysmylly Karen

domingo, 3 de abril de 2011

Vamos pensar um pouco sobre persuasão?!?!

Vamos falar e tentar pensar um pouco sobre a abordagem empírico-experimental, tentar explicá-la e enxergá-la em nosso dia-a-dia. Já iniciamos a explicação tomando a observação que a abordagem experimental já nos leva ao abandono da teoria hipodérmica, uma vez que esta estava ligada a manipulação, a teoria empírico experimental esta ligada à persuasão. É muito difícil esgotar as explicações desse estudo levando em consideração que há uma quantidade indeterminada de pesquisas específicas sobre o tema. Os estudos psicológicos experimentais resultaram na "teoria dos meios de comunicação" e ela revisa todo o processo de comunicação e percebe o quanto é complexo a relação entre emissor, mensagem e destinatário. Passa-se portanto a não mais emitir a mensagem de forma global como anteriormente se fazia, mas sim, agora ela passa a ser direcionada. A persuasão passa a ser estudada tanto na sua eficácia como no seu insucesso.  A persuasão dos destinatários é possível se a forma e organização da mensagem for adequada aos fatos pessoais que cada um ativa. Isto é, cada receptor, recebe a mensagem de forma diferente e a entende a partir da sua subjetividade, então cada um responde a mensagem de forma à qual entendeu. Com esses estudos também se pôde verificar a credibilidade que cada fonte possui. Vamos tentar citar um bom exemplo que esta bem próximo de nós. Por exemplo: em um domingo qualquer você esta assistindo ao programa do João Inácio Show e nele você vê uma reportagem sobre uma possível invasão de extra-terrestre no Ceará, ainda para acontecer naquela semana. Obviamente a maioria das pessoas, inclusive você, que esta assistindo naquele momento, não levaria em consideração a notícia e nem mesmo se desesperaria com o fato de extra-terrestre invadirem a cidade que você mora. Porém, se a mesma notícia fosse dada pelo Willian Bonner no Jornal Nacional, certamente um pânico iria tomar conta de você, a mensagem é recebido de forma diferente. Nesse aspecto o que conta é a credibilidade.


Tanto a parte da persuasão quanto da credibilidade acontece a todo momento em nossa vida. Nos deparamos diariamente com centenas de notícias e propagandas e com certeza acessamos as matérias em sites com credibilidade e com renome em relação as notícias e temos o discernimento e consumir ou não o produto ao qual estamos sendo expostos nas diversas propagandas existentes.


Por: Danyelle Magalhães

Apresentação Pense e Comunique

Ainda sobre o primeiro tópico do texto Teorias das Comunicações de Massa do autor Mauro Wolf, Pense e comunique, irá apresentar os tópicos seguintes: 1.3 A Abordagem empírico-experimental ou “da persuasão” e o 1.4 A Abordagem empírica em campo ou “dos efeitos limitados”.

  • · A Abordagem empírico-experimental ou “da persuasão”

Nesse tipo de abordagem, a Teoria Hipodérmica perde a força, pois no momento em que se procura a persuasão do destinatário, deve-se levar em conta além da forma e a organização da mensagem, os fatores pessoais que o destinatário ativa durante a sua interpretação da mensagem. Então, o modelo de “causa e efeito” da teoria hipodérmica sofre uma mudança, basta acrescentar “os processos psicológicos intervenientes” entre causa (estímulo) e efeito (resposta). Esses processos psicológicos relacionam-se diretamente com a audiência e a mensagem. Sobre a audiência existem vários fatores que interferem no interesse do público: como o próprio interesse em adquirir informação, a sua exposição seletiva causada pelas opiniões existentes, a interpretação seletiva e a memorização seletiva. Em relação à mensagem também existe alguns fatores que influenciam a persuasão: a credibilidade da fonte, a ordem das argumentações, o caráter exaustivo das argumentações e a explicitação das conclusões.

  • · A Abordagem empírica em campo ou dos “efeitos limitados”

Na teoria empírica em campo, as comunicações de massa são avaliadas pela capacidade da mídia de influenciar o público, levando em consideração o contexto social, e abandonando de vez a relação de causa e efeito entre a mensagem e o comportamento do destinatário. Por esse motivo, foram realizadas pesquisas que buscavam entender o tipo de consumo do público em relação às comunicações de massa. Entretanto, era necessário focar a atenção no âmbito social em que elas agiam e no qual faziam parte, assim chegou-se a conclusão de que influência dependia na verdade, mais do próprio sistema social do que com o conteúdo que a mensagem difunde.


  • Busquei um exemplo para clarear um pouco sobre o nosso assunto, e acabei por encontrar uma propaganda publicitária que explicita muito bem a ideia da: a manipulação das informações na mídia.

Essa propaganda publicitária da Folha de São Paulo de 1987, deixa bem claro o pensamento da manipulação de informações.


Ah! E Você, se acha persuadido ou manipulado pela comunicação ?

Quando estamos assistindo televisão, passa aquela propaganda com roupas lindas e uma música legal, outra da Coca-Cola geladissíma, mais uma com um restaurante legal que você pode se encontrar com a galera, enfim, várias e várias propagandas com intuito de você comprar e usar o produto. Isso é manipulação, certo ? NÃO, errado! Isso é persuasão, você não é ordenado a fazer nada e sim seduzido.

'Não se culpe por ser persuadido pela publicidade, todos nós sofremos com isso...' (rs')



sábado, 2 de abril de 2011

Agora nosso fichamento...

            Bom, a apresentação da nossa equipe é 2a feira, dia 04/04, portanto lá vai meu fichamento dos itens 1.3 e 1.4. Trata-se da abordagem empírico-experimental (ou "da persuasão") e da empírica em campo ("dos efeitos limitados").
  • A abordagem experimental conduz ao abandono da teoria hipodérmica e ao aperfeiçoamento do modelo de Lasswell.
  • Assim, ela inaugura uma revisão do processo de comunicação como uma relação mecanicista e imediata entre estímulo e resposta; fica evidenciada a complexidade dos elementos entrelaçados na relação entre emissor, mensagem e destinatário.
  • A abordagem é direcionada para se avaliar a melhor eficácia persuasiva do universo da mídia e para esclarecer o fracasso das tentativas de persuasão.
  • As duas coordenadas que orientam essa teoria da mídia: o caráter do destinatário-interesse em adquirir informação e exposição, percepção e memorização seletivas-, que influencia nos efeitos desejados pelo comunicador, e a forma de organização das mensagens com fins persuasivos-credibilidade do comunicador, ordem das argumentações e seu caráter exaustivo e explicitação das conclusões.
     


    1. Já a abordagem empírica em campo segue uma orientação sociológica.
    2. A perspectiva que caracteriza o início da pesquisa sociológico-empírica ainda se refere à capacidade de influência da comunicação de massa sobre o público; o problema fundamental ainda é o dos efeitos da mídia, porém já se encontra presente a atenção para a capacidade diferenciada de cada meio de exercer, individualmente, influências específicas também.
    3. Se a teoria hipodérmica falava de MANIPULAÇÃO ou PROPAGANDA, e se a teoria de Lasswell e a teoria psicológico-experimental, ou ainda empírico-experimental, ocupava-se de PERSUASÃO, a abordagem dos efeitos limitados fala de INFLUÊNCIA, não só dos media, mas também  das comunidades.
    4. Completa-se a revisão crítica da teoria hipodérmica.
    5. Duas correntes: estudo da composição diferenciada dos públicos e dos seus modelos de consumo da comunicação de massa, e pesquisas a respeito da mediação social que caracteriza esse consumo(a mais importante).


    O homem é persuadido, não manipulado.








                      Está aqui o "esqueminha", gente, espero que vocês leiam com carinho. <3

    Agora nosso fichamento...

    Bom, a apresentação da nossa equipe é 2a feira, dia 04/04, portanto lá vai meu fichamento dos itens 1.3 e 1.4. Trata-se da abordagem empírico-experimental(ou "da persuasão") e da empírica em campo("dos efeitos limitados").

    • A abordagem experimental conduz ao abandono da teoria hipodérmica e ao aperfeiçoamento do modelo de Lasswell.
    • Assim, ela inaugura uma revisão do processo de comunicação como uma relação mecanicista e imediata entre estímulo e resposta; fica evidenciado a complexidade dos elementos entrelaçados na relação entre emissor, mensagem e destinatário.
    • A abordagem é direcionada para se avaliar a melhor eficácia persuasiva do universo da mídia e para esclarecer o fracasso das tentativas de persuasão.
    • As duas coordenadas que orientam essa teoria da mídia: o caráter do destinatário-interesse em adquirir informação e exposição, percepção e  memorização  seletivas-, que influencia nos efeitos desejados pelo comunicador, e a forma de organização das mensagens com fins persuasivos-credibilidade do comunicador, ordem das argumentações e seu caráter exaustivo e explicitação das conclusões.