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domingo, 29 de maio de 2011

O Meio é a Mensagem


Quando a mensagem é transmitida, ela é passada por um meio, segundo McLuhan, esse meio é a própria mensagem. Como a televisão por exemplo, a tv tem uma credibilidade que talvez a rádio não tenha, uma informação dita pelo jornalista Willian Bonner, tem uma verdade muito maior do que é dito pela Samantha Marques. A mudança de percepção e de absorção da informação vem de acordo com o meio.
Para McLuhan, esses modo se repete continuamente porque os meios são extensões dando ao homem novas formas de perceber e modificar a informação recebida.

sábado, 28 de maio de 2011

Indústria cultural


Na visão de Adorno e Horkheimer, a Indústria Cultural como subsistema da sociedade capitalista, reproduz a ideologia e estrutura dessa.



Vou citar as principais críticas da Indústria cultural:

- Aquilo que a Indústria Cultural oferece de continuamente novo, é apenas a representação, de formas diferentes, de algo sempre igual.
- A Indústria Cultural provoca a homogeneização dos padrões de gosto, todos gostam das mesmas coisas.
- Na medida que a Indústria Cultural se consolida, mais adquire poder sobre as necessidades do consumidor, guiando-o e disciplinando-o. A sociedade é moldada.
- A Indústria Cultural reflete o modelo do mecanismo econômico que domina o tempo de trabalho e de lazer.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Disfunções


Procurando alguma matéria sobre disfunção encontrei uma que me chamou bastante atenção e resolvi dividir com vocês.


Disfunção do jornalismo está nos jornais

"Folha de Londrina" erra, e não assume o erro, na tradução e na escolha de fotos para notícia internacional

Equipe Matéria Prima
No dia 24 de fevereiro, o jornal "Folha de Londrina" cometeu alguns erros grosseiros na edição da notícia "Onda de violência no Iraque deixa ao menos 130 mortos", enviada ao jornal por agência internacional de notícias. O texto refere-se ao massacre ocorrido no primeiro grande conflito após a explosão da Mesquita Dourada, em Samarra. No conflito morreram também trêsprofissionais de imprensa. A notícia veio acompanhada de três fotos com o rosto da mesma jornalista (uma das vítimas) em situações diferentes, fato para o qual o editor de "Mundo" da Folha não deu a devida atenção, pois publicou as fotos como se fossem de três pessoas diferentes. A legenda publicada pelo jornal, "Três jornalistas iraquianas foram seqüestradas e mortas em Samarra, ao norte de Bagdá",não condiz com a informação do texto. Os jornalistas mortos, de acordo com o material publicado, eram uma repórter e dois cinegrafistas. Como se vê, a informação do texto foi completamente ignorada pelo editor.

O erro cometido pelo editor da "Folha" pode estar ligado à tradução da notícia e à interpretação (ou à falta dela) das fotos enviadas pela agência. O editor pode ter confiado apenas na má tradução que fez da legenda sem ter lido o texto até o final, além de, seguramente, não ter percebido que tratava-se da mesma jornalista nas três fotos. Erros como esses geram a desinformação do leitor e caracterizam uma disfunção do jornalismo, mas são passíveis de ocorrer em qualquer publicação. Afinal, continua valendo a máxima de que "errar é humano". O que se quer discutir aqui é o que deve ser feito a partir da constatação do erro.

Que a "Folha de Londrina" errou na edição da notícia, isso é fato. E a postura correta e ética de um meio de comunicação diante de um erro é publicar uma errata o mais rápido possível, indicando, explicando e corrigindo a falha cometida. No caso de um jornal diário, como a "Folha", essa errata deve ser publicada na edição do dia seguinte. Àqueles que possuem ainda as edições on line, a correção deve ser imediata. Isso é primário no jornalismo, mas se alguém ainda duvida dessa necessidade aí vai a definição do Manual da Redação Folha de S. Paulo: "A retificação deve ser publicada assim que a falha for constatada, mesmo que não haja pedido externo à Redação. (...) o jornalista que utilizou informação incorreta deve apresentar comprovação escrita da origem da incorreção. Esse procedimento não isenta o profissional da responsabilidade por aquilo que publica. (...) Cabe ao jornalista checar, antes de publicar, as informações que veicula."

Infelizmente, essa postura não foi adotada pelo jornal "Folha de Londrina" no episódio em questão, pois não publicou " nem na edição impressa, nem tampouco na edição eletrônica - correção (errata) sobre o erro que cometeu.

Os erros no jornalismo são muito comuns. A pressa das redações em checar a informação, fechar a edição e publicar o material acaba levando a falhas como as citadas acima. Mas quando o erro é constatado, deve ser corrigido e a versão correta publicada , para que o leitor tenha consciência de que está lendo um jornal sério e para que o jornal mantenha a credibilidade perante o leitor, o maior prejudicado com informações equivocadas.
Autor: Equipe Matéria Prima

Imagem/Fotos originalmente publicadas no jornal "Folha de Londrina", edição de 24/02/2006

créditos: http://www.jornalmateriaprima.jex.com.br/critica/disfuncao+do+jornalismo+esta+nos+jornais

Teoria Funcionalista

Voltando ao assunto da semana passada, sobre Teoria Funcionalista, vou falar um pouquinho do que se trata.

A Teoria Funcionalista, explica as funções que são desenvolvidas pelo sistema das comunicações de massa, foi tudo que culminou o processo de comunicação sociológica, para a sociedade funcionar, abandonou a idéia de um efeito intencional de um objeto subjetivamente perseguido no ato da comunicação, se deu logo após a Segunda Guerra.
Essa teoria foi feita para que a sociedade funcione.
Foi caracterizada:
Paradigma matemático-informacional:
teoria da informação -- cibernética -- crítica da "Escola invisível"

domingo, 17 de abril de 2011

ComunicaFor.

A apresentação da segunda-feira passada, falou sobre a Teoria da Informação. A equipe colocou a questão da Teoria da Informação, segundo Shannon.

A teoria da informação é a teoria dos sistemas que utilizam o conceito da “função” como papel do objeto sobre as partes para a manutenção dos sistemas. Quebra o pensamento de que só a sociologia é responsável pela comunicação, com a teoria da matemática, a ciência pode sim “cuidar” da comunicação.

Ele monta um esquema linear fundamental, mostrando como a comunicação se tem:

A equipe também falou da entropia, que é a desordem social e da homeostase, que é o equilíbrio o controle.